Governador de Nova York está envolvido em rede de prostituição
Nossa, e você pensa que é só no Brasil que tem isso? Leia a matéria
O governador de Nova York, Eliot Spitzer, informou assessores que está envolvido com uma rede de prostituição, informa o jornal “The New York Times” em sua edição desta segunda-feira (10).
A relação de Spitzer com a rede de prostituição não está clara na reportagem. Mas fontes do jornal norte-americano acreditam que o governador seria um dos clientes do Emperors Club VIP, um famoso bordel de Washington que foi alvo de uma operação da Justiça federal dos Estados Unidos -em que quatro pessoas foram presas na semana passada.
Spitzer é do Partido Democrata e fez campanha prometendo uma reforma ética. Ele é casado e tem três filhos.
Autoridades da administração de Nova York não confirmaram o jornal se a relação do governador com a rede de prostituição está ligada à prisão deste famoso bordel. Mas uma pessoa próxima ao governador disse ao “The New York Times” que acredita que ele era cliente -sua relação estaria comprovada em documentos em poder da Justiça.
Arquivos de viagem do governador indicam que ele estava em Washington na metade do mês de fevereiro. Um dos clientes descritos nos documentos da corte teria tido um encontro com uma prostituta do Emperors Club VIP na noite de 13 de fevereiro, informa o jornal.
Spitzer seria o homem identificado como “cliente 9″ nos papéis em poder dos juízes. Ele teria tido conversas gravadas com agentes do bordel.
Assunto privado
Sem citar o caso da rede de prostituição, Spitzer fez uma declaração pública na tarde desta segunda-feira na qual pediu desculpas para sua família e para os cidadãos por causa de um “assunto privado” -não citou qual era.
Atendimento VIP
Segundo blogs norte-americanos que investigam o fechamento do Emperors Club VIP, o bordel oferecia 50 prostitutas em Nova York, Paris, Washington, Miami e Londres.
Os encontros entre as mulheres e os clientes eram todos feitos principalmente através da internet. As garotas cobravam entre US$ 1.076 e US$ 5.921 por hora (algo entre R$ 1.800 e R$ 10 mil).
Vi lá no G1
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